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sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Cruz ou estaca de tortura?




CRUZ  ou  ESTACA  DE  TORTURA?



Na "bíblia" particular dos testemunhas de jeova (TTJ), chamada Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas (TNM), não consta a palavra CRUZ, mas sim, a composta ESTACA DE TORTURA.
Tal mudança foi assim efetuada pelas TTJ a fim de que possam defender a tese de que Jesus morreu num poste vertical com as mãos pregadas acima da cabeça, e não de braços abertos na cruz. Isto é mais uma das invencionices destas falsas testemunhas.
Os jeovistas argumentam que os judeus não executavam ninguém numa cruz. É certo que a lei judaica prescrevia a pena capital ou por apedrejamento (Num. 15:35; Jo. 8:4,5), ou por enforcamento (2Sam. 21:9; Deut. 21:22,23), mas, no caso de Jesus Cristo, não foram os judeus os seus executores, pois estavam sob a autoridade romana, e os próprios judeus pediram a Pilatos que o executasse, pois, "a nós não nos é lícito matar ninguém", disseram eles, (Jo. 18:31) para que se cumprissem as palavras de Jesus de que ele seria entregue na mão dos gentios para ser morto. (v. 32; Mat. 20:18,19)

Estas são as atuais ilustrações da Torre de Vigia de
como teria sido a morte de Cristo no madeiro.
Mas a evidência maior está na própria Bíblia Sagrada, e isso nem a Tradução do Novo Mundo consegue negar, pois o Senhor Jesus, ao aparecer ressuscitado pela primeira vez aos seus discípulos e depois destes relatarem tal fato ao incrédulo Tomé, este disse: "Se eu não vir nas suas mãos o sinal dos cravos, e ali não puser o dedo, e não puser a mão no seu lado, de modo algum acreditarei. (Jo. 20:25)". Note que quando ele fala das mãos de Jesus, fala do sinal dos cravos (TNM: pregos), ou seja, foram usados mais de um prego para as Suas mãos! Se foram usados mais de um prego para que fossem pregadas as mãos do Senhor, logo Ele não foi pregado numa estaca com um só prego nas duas mãos, como atualmente ilustram as falsas testemunhas de jeova em suas obras literárias (vide figura ao lado), mas numa CRUZ, conforme todas as ilustrações e documentos históricos nestes dois milênios. 

Ainda há mais um argumento forte em Mateus 27.37:

“Por cima da sua cabeça puseram escrita a sua acusação: ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS.”

 Se o Senhor tivesse sido pregado numa estaca a inscrição estaria “por cima de suas mãos”. Mas como suas mão estavam separadas, a inscrição estava “por cima da sua cabeça”, conforme o texto bíblico.

Assim sendo, o Senhor da vida morreu pregado num madeiro romano, ou seja, numa crux romana, em forma de "T". E isto está de acordo com a etimologia da palavra CRUZ, que em grego é stauroV (STAURÓS), pois sua raiz vem do nome da letra "T" em grego, isto é, "TAU", e ocorre 27 vezes(*1)  no N.T. O verbo CRUCIFICAR, em grego é staurow (STAUROŌ) e ocorre 46 vezes, e seus derivados anastaurow (ANASTAUROŌ = CRUCIFICAR NOVAMENTE), 1 vez (Heb.6:6)  e sunstaurow  (SYNSTAUROŌ = SER CRUCIFICADO COM), 5 vezes.

Neste livro "Milhões que agora vivem

jamais morrerão", editado pela Torre de

Vigia em sua edição brasileira de 1923, de
 autoria de J. F. Rutherford, há a

ilustração da crucificação de Cristo

como era ensinada pelos TJ da época.
Agora, para enganar os incautos, os russelitas (TTJ), em vários de seus livros doutrinários, colocam o testemunho de várias “autoridades” em grego, pertencentes a diversas seitas, para
provar que o staurós em que Cristo morreu era simplesmente um poste único, uma estaca.
Mas, no livro Raciocínio à base das Escrituras, à página 99, sobre o verbete CRUZ, está dito sobre o staurós:

<<No grego clássico, esta palavra significava meramente uma estaca reta, um poste. Mais tarde, veio também a ser usada para uma estaca de execução com peça transversal.>>

Ora, o grego clássico teve força até 300 anos antes de Cristo, tendo sido substituído, após as conquistas de Alexandre Magno, pelo grego koinê (comum, vulgar) e perdurou até cerca de 500 anos d.C.  Logo, quando o livro dos raciocínios russelitas diz que a palavra STAURÓS “mais tarde, veio também a ser usada para uma estaca de execução com peça transversal”, logicamente combina com a CRUZ que conhecemos, pois o “mais tarde” vai dar exatamente no tempo do grego koinê, no qual foram escritos a Septuaginta e o Novo Testamento.
Mas, como as TTJ andam sempre a se contradizerem, teimosamente sustentam a tese da “peça única”. Assim, no Estudo Perspicaz das Escrituras, à pág. 309, 2ª coluna, lançam mais uma “carta da manga”, para tentar enganar os neófitos que não conhecem a língua grega:

Terem Lucas, Pedro e Paulo também usado xý·lon como sinônimo de stau·rós dá evidência adicional de que Jesus foi pregado numa estaca reta, sem barra transversal, pois é isto o que xý·lon significa neste sentido especial (At 5:30; 10:39; 13:29; Gal 3:13; 1Pe 2:24).

Este é mais um argumento ob-reptício (ardiloso) dos jeovistas, pois a palavra grega xulon (KSYLON, XYLON) em si, nada explica a forma do staurós (cruz)(*2). A palavra grega xylon
O livro "Criação" de J. F. Rutherford, 2º presidente da
Torre de Vigia, ilustra pela primeira vez a crucificação
de Cristo em cores na pág. 225, edição brasileira de 1927.
(ksylon) significa simplesmente
MADEIRA ou qualquer objeto feito deste material. (1Co. 3:12;  Ap. 18:12)  Também significa ÁRVORE, como muito bem traduziu a versão NM em Luc. 23:31; Apoc. 2:7; 22:2, 14, 19. Muitas vezes as próprias árvores (principalmente as oliveiras palestinenses) eram aparadas em forma de cruz, ou seja, eram desfolhadas e seus galhos aparados, lembrando o formato de uma cruz, para a execução dos condenados. A própria Tradução Novo Mundo com Referências (1986) nos mostra esta realidade já no AT, à página 66, sobre Gên. 40:19, em nota de rodapé sobre a palavra MADEIRA, pois reza:

Gên 40:19* Ou “lenho”. Lit.: “madeiro”. Gr.: ×lon; lat. crú×ce (de crux).

Logo, ao usarem a palavra xylon em seus escritos, os servos Lucas, Pedro e Paulo nos falam do material com o qual era confeccionado o staurós (cruz) de Cristo: a madeira, e não outro material como o ferro, bronze, pedra, etc.
Os antigos fenícios foram os primeiros a usarem a crucificação como tipo de execução, e a própria letra "TAU" em grego (e que também é a última do alfabeto hebreu) conserva o seu nome fenício, pois estes o usavam como símbolo de morte do deus Tamuz (de onde veio a cruz em forma de "T"
Ilustração do livro "Vida", pág. 230,
de J. F. Rutherford, edição brasileira
 de 1929. Clique na figura para ampliá-la.
). E tanto o "
TAU" grego antigo como o hebraico antigo eram escritos nas formas de X ou T, inspirando estas formas de execução, sendo, posteriormente, o staurós em forma de X chamado de “Cruz de Santo André” (pois, conforme a tradição, este morreu numa cruz com este formato) ou com o formato de T, que passou a ser chamado de “Cruz de Santo Antônio”. A forma de , para execução, era a mais conveniente, pois fazia sobrar uma ponta acima, que poderia conter uma epígrafe com a acusação do condenado, (Luc. 23:38) e parecia com a cruz que conhecemos atualmente, sendo esta chamada de “Cruz Latina”, pois era a forma de execução mais utilizada pelos romanos após o seu contato com os cartaginenses. (Mat. 20:19)
A própria representação das TTJ sobre a morte de Cristo num poste (ou estaca) com as mãos pregadas acima da cabeça, é ilógico, pois o peso do seu corpo facilmente iria rasgar suas mãos por causa dos pregos, e por causa da lei da gravidade, pois nas mãos só haveria ossos na vertical, e a carne facilmente cederia ao peso do corpo, e a cruz tinha a vantagem de que, além dos pregos, haver a possibilidade do condenado ser amarrado, para conservá-lo pendurado, aumentando assim o tempo do seu sofrimento. Mas, se fosse necessário tirar um condenado da cruz, e ele ainda estivesse vivo, os executores quebravam-lhe as perna a golpes, ou com uma barra de ferro, ou de madeira, para apressar-lhe a morte por asfixia e pelo choque da dor. (Jo. 19:31-33) Esta forma de morte era chamada de "crucifragium".

Estranhamente, na tradução com referências das TTJ, no Apêndice 5C, na definição "Estaca de Tortura", é colocada a palavra latina equivalente de STAUROS, ou seja, "CRUX"!  Ora, se o correspondente latino da palavra grega STAUROS é CRUX, logicamente o seu correspondente em português é CRUZ, pois este é um idioma de origem românica (latina).

Clique na foto para ampliá-la

O que muitos desconhecem é que nos primórdios da seita, a cruz era aceita normalmente como uma realidade da execução de Jesus Cristo, pois tanto o seu fundador, Charles Taze Russell (1852-1916), quando o segundo presidente da organização chamado Joseph Franklin Rutherford (1869-1942) faziam referência à crucificação do Senhor, como podemos ver acima, à direita, nas três ilustrações dos primeiros livros de Rutherford, nos anos 20. Somente nos anos 30 Rutherford mudou de ideia e inventou a doutrina da estaca, como podemos ver na ilustração de seu livro "Inimigos" (1937), pág. 108, ao lado.

Vejamos um outro crime cometido pelas TTJ em Revelação - Seu Grandioso Clímax Está Próximo!, no cap. 17, página 101, parág. 8, onde há uma citação do historiador Tácito:

 "Eles [os cristãos] morreram por método de zombaria; alguns foram cobertos de peles de animais selvagens e depois dilacerados por cães, outros foram [pregados em estacas], outros foram queimados quais tochas para iluminar a noite."  (grifo acres.)

 As TTJ, não satisfeitas em corromper citações bíblicas em apoio às suas heresias particulares, corrompem até citações históricas, pois onde acima está escrito: "outros foram [pregados em estaca], Tácito escreveu: "outros foram crucificados"!!
 As palavras do apóstolo Paulo entram em vigor também contra as "testemunhas" de jeová, ao dizer: "Certamente a palavra da CRUZ é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos,  poder de Deus" (1Co. 1:18), pois elas são INIMIGAS DA CRUZ DE CRISTO.  (Fil. 3:18)



*        *        *



        Autor: Luís Antônio Lima dos Remédios (Manaus, Amazonas- Brasil / Março de 1996)





(*1) Mais uma variante em Mar. 10:21.
(*2) Em Gên. 41:13, onde se diz: “o outro foi enforcado (lit.: pendurado), a Vulgata traduz: “este foi suspenso numa cruz” (cruce; de crux). É certo que essa “cruz” não era a crux romana, em forma de “T”, mas uma armação de madeira, própria para enforcamentos, e não um simples “poste” ou “estaca”.





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Contato: Luís Antônio Lima dos Remédios - IPM
luis-agape@hotmail.com
cacerege@gmail.com
Manaus - Amazonas - Brasil


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Estudos já postados:

01- O Novo Testamento NÃO Foi Escrito em Hebraico e/ou Aramaico

02- O espiritismo segundo [alguns] “evangélicos”

03- Adultério do Coração

04- Santa Ceia: vinho ou suco de uva?

05- O Dia do Senhor: Sábado ou Domingo?

06- O Que a Bíblia Diz Sobre a Idolatria

07- Deuterocanônicos ou Apócrifos?

08- A divisão das horas do dia nos tempos bíblicos

09- O Inferno

10- Deus e deuses

11- 30 Razões Porque Não Guardo o Sábado

12- O Nome JESUS

13- O Verbo era um deus?

14- A Divindade de Cristo negada entre colchetes

15- Cruz ou estaca de tortura?
http://cacerege.blogspot.com.br/2012/11/cruz-ou-estaca-de-tortura.html

16- YHWH – Um Nome que será esquecido para sempre
  
17- Alma, corpo e espírito

18- A Peshitta confirma o Novo Testamento grego – 01- CAMELO ou CORDA?
http://cacerege.blogspot.com/2015/03/camelo-peshitta-confirma-o-nt-grego.html

19- A Peshitta confirma o Novo Testamento grego – 02- LEPROSO ou FAZEDOR DE JARROS?
http://cacerege.blogspot.com.br/2015/03/leproso-peshitta-confirma-o-nt-grego.html

20- Paraíso Hoje ou Um dia?
http://cacerege.blogspot.com.br/2015/08/paraiso-hoje-ou-um-dia-lucas-2343.html

21- Adultério Virtual
http://cacerege.blogspot.com.br/2017/02/adulterio-virtual_23.html

22- KeNUMÁ e os modalistas nazarenos

23- A Virgem Que Concebeu
http://cacerege.blogspot.com.br/2017/04/a-virgem-que-concebeu.html


Obs.: É permitido a copia para republicações, desde que cite o autor e as respectivas fontes principais e intermediárias.


Por: Luís Antônio Lima dos Remédios

Luís - ܠܘܝܣ - לואיס - Λουις



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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A Divindade de Cristo negada entre colchetes



A  DIVINDADE  DE CRISTO NEGADA  ENTRE  COLCHETES



As testemunhas de jeova (TTJ) acrescentam palavras entre colchetes [...](*1)  em vários textos da "sua" versão das Escrituras, para corrompê-los, principalmente quando um texto bíblico afirma (ou confirma) a divindade de Jesus Cristo, como podemos comparar abaixo com a tradução de Almeida que está conforme o original, e testificado pelos próprios TTJ, mais abaixo:


a)  SANGUE  DE  DEUS
                             Almeida
Novo Mundo
Atentando por vós e por tudo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a Igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue."            (Atos 20:28)
Prestai  atenção a  vós mesmos e a todo o rebanho, entre o qual o espírito santo vos designou superintendentes para  pastorear  a  congregação de Deus, que ele comprou com o sangue do seu próprio [Filho].  (grifo acres.)

No Apêndice 6C da Trad. NM com Referências (de 1986), pág. 1520, há esta "justificativa":
<< Gramaticalmente, esta passagem poderia ser traduzida assim como nas versões de João Ferreira de Almeida e de Matos Soares, "com [o] seu próprio sangue". Esta idéia é difícil para muitos... אBVg rezam "Deus" (articular), e a costumeira tradução seria ‘sangue de Deus’...
...Por se inserir isso [a palavra “Filho”] deixa-se a passagem inteira isenta de qualquer tipo de dificuldade."
Tradução do Novo Mundo verte a passagem de modo literal, acrescentando “Filho” entre colchetes depois de  ιδιου, rezando: “com o sangue do seu próprio [Filho]”. >>


E assim podemos ver pelas suas próprias palavras escritas, que as TTJ acrescentaram a palavra "Filho", neste texto, pois gramaticalmente, esta passagem poderia ser traduzida assim como nas versões de João Ferreira de Almeida e de Matos Soares, “com [o] seu próprio sangue”, como é dito acima. Não somente poderia ser traduzida, mas DEVE ser traduzida assim. O tal acréscimo é apócrifo e corrompe o sentido da mensagem bíblica original. O texto original não está falando de Deus Pai, como dá a entender a sua "tradução"(*2), mas afirma que foi Deus quem comprou a Igreja com o seu próprio sangue! e que este Deus é Jesus Cristo. O original, neste verso, não traz a palavra FILHO como elas mesmas afirmam.


O adjetivo grego em pauta, ιδιου (IDIOU) é genitivo do neutro ιδιον (IDION), traduzido por “seu próprio”, e particulariza o substantivo neutro αιμα (HAIMA ou HEMA = SANGUE).  Neste caso, o “sangue” não era de alguém distinto de Deus, mas era o seu próprio. Esta mesma construção gramatical, com este adjetivo grego, em outras declinações, encontra-se em outros textos, como por exemplo, Jo.5:43; 7:18; At. 1:25, etc. Ele encontra-se com a palavra “filho” em Rom. 8:32, traduzindo: “seu próprio Filho”. Assim sendo, se o apóstolo  tivesse dito “sangue do seu próprio Filho”, ele teria acrescentado a palavra “Filho”, em grego, no genitivo, ou seja, υιου (YIU = do Filho), conforme Rom. 8:32.

                                                                                                    
A expressão “Sangue de Deus” não era incomum nos primeiros séculos da era Cristã, pois foi usada pelo escritor apostólico Inácio de Antioquia, em sua Epístola aos Efésios, escrita entre 107-110 D.C.:
...Imitadores que sois de Deus, reanimados pelo sangue de Deus, realizaste até o fim a obra que convém à vossa natureza” (cap. 1:1b,c – grifo acres.)

   
Os TTJ, atualmente, não doam sangue e são contra qualquer tipo de transfusão de sangue. Usam como argumento textos bíblicos que proíbem o comer sangue ou carne com o seu sangue. (Lv. 7:27; 17:10, 14, etc.) Ora, o texto proíbe o COMER SANGUE. O sangue é líquido, e só pode ser comido se se fizer um prato especial com ele como, por exemplo, “galinha à cabidela” ao “frango, o molho pardo”, “sarapatel”, entre outros. Isso continua válido no Novo Testamento (At. 15:20, 28-29 ). Pelo texto acima podemos ver que o próprio Deus deu o seu sangue pela sua Igreja! Jesus nos deu vida através do seu sangue! (Lc. 22:20; Rm. 3:24, 25; 1Co. 11:25; Hb. 13:12; Ap. 1:5, etc) Bendita transfusão! Ele deu o exemplo.



b)  O DEUS BENDITO:


Almeida
Novo Mundo
  Deles são os patriarcas e também  deles descende o Cristo, Segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito para todo o sempre. Amém. (Romanos 9:5)
 A quem pertencem os antepassados e de quem [procedeu] o Cristo segundo a carne: Deus, que é sobre todos, [seja] bendito para sempre.  Amém.

Este é mais um texto escrito pelo apóstolo Paulo que os ignorantes e instáveis deturpam, como também deturpam as demais Escrituras, para a própria destruição deles. (2Ped. 3:16)
 O texto grego diz-nos que o Cristo está sobre todos, e que ele é o Deus Bendito.(*3) As TTJ acrescentam o verbo ser ( [seja] ) para dar a entender que a segunda parte do texto refere-se ao Deus Pai. E, em "Raciocínio à base das Escrituras", à pág. 411, tentam se escudar em certo dicionário:
The New International Dictionary of New Testament Theology diz: "Romanos 9:5 é contestado.... Seria fácil e perfeitamente possível em sentido linguístico aplicar essa expressão a Cristo. O versículo, então, rezaria: ‘Cristo, que é Deus sobre todos, bendito para sempre. Amém.' Mesmo assim, Cristo não seria absolutamente igualado a Deus, mas apenas descrito como sendo de natureza divina, pois a palavra theos está sem artigo... A explicação muito mais provável é que essa declaração é uma doxologia dirigida a Deus." - (Grand Rapids, Mich., EUA; 1976) traduzido do alemão, vol. 2, p. 80.
E assim podemos ver que é fácil e perfeitamente possível em sentido linguístico aplicar essa expressão a Cristo, ou seja, de que Ele é o Deus bendito a quem se refere o texto. Mas também é dito que se se aplica a Cristo, a palavra "Deus", neste texto, não o iguala a Deus, pois a palavra theos está sem o artigo, e se está sem o artigo, não é Deus, mas de natureza divina. Como as TTJ rearranjaram esta passagem para que a doxologia se referisse ao Pai, então quer dizer que Ele não é Deus, mas tem natureza divina, pelo fato de a palavra “DEUS” ser anartra? Como isso é possível? Em que confusão as TTJ se meteram!
c)  GRANDE  DEUS  E  SALVADOR:
Agora, analisaremos mais dois textos em que há divergência entre a tradução de Almeida e a Tradução do Novo Mundo, TJ, e também os colocaremos em colunas paralelas para que se faça uma avaliação, primeiramente visual, e depois linguística.

1º) Tito 2.13:

Almeida
Novo Mundo
Aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus,
  ao passo que aguardamos a feliz esperança e a gloriosa manifestação do grande Deus e [do] Salvador de nós, Cristo Jesus,


O texto da primeira coluna, por Almeida, chama, a Jesus de grande Deus e Salvador. O da segunda, da Novo Mundo, foi acrescido a contração da preposição de mais o artigo entre colchetes [do], fazendo com que haja dois sujeitos na oração, ou seja, o “grande Deus e o Salvador Cristo Jesus.  A tradução Novo Mundo, ao “justificar” os acréscimos, afirma que “os colchetes encerram palavras inseridas para completar o sentido em português” (trad. NM, normal, nota de rodapé, pág. 1548 –revisão de 1986)
Mas... será que estes acréscimos completam o sentido em português, ou corrompem alguns textos bíblicos?
Os TTJ, para tentarem justificar o acréscimo em Tito 2:13, chamam atenção para Tito 1:4 que faz diferença entre Deus Pai e o Salvador Jesus Cristo. Embora Tito 1:4 faça uma diferença entre Deus Pai e o Salvador Jesus Cristo, no capítulo 2, verso 13, no original, sem acréscimos entre colchetes, o próprio Senhor Jesus é chamado de GRANDE DEUS E SALVADOR. De modo similar, 2 Pedro 1:1 (vide quadros abaixo). Não se deve mudar um texto por pretexto, pois cada texto é independente do outro.
Se você não tem um Novo Testamento grego (de preferência interlinear), para efeito de comparação, nós daremos a última parte de Tito 2:13, em grego, com transliteração e tradução interlinear para que se comparem as duas versões divergentes, ou seja, a de Almeida e a da Torre de Vigia:

Tito 2.13:
του
Μεγαλου
Θεου
και
Σωτηρος
Ημων
Χριστου
Ιησου
TU
MEGALU
TEÚ
KAI
SŌTĒROS
HĒMŌN
 CHRISTU
IĒSU
DO
GRANDE
DEUS
E
SALVADOR
NOSSO
CRISTO
JESUS
Agora, deixaremos que você compare as duas versões e tire as suas próprias conclusões sobre qual delas está mais de acordo com o original grego:
Almeida:
 ...do nosso grande Deus e Salvador Cristo Jesus.
Torre TJ:
 ...do grande Deus e [do] Salvador de nós, Cristo Jesus.

2º) II Pedro 1:1:

Almeida
Novo Mundo
 Simão Pedro, servo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que conosco obtiveram fé igualmente preciosa na justiça do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo  
 Simão Pedro, escravo e apóstolo de Jesus Cristo, aos que obtiveram uma fé, tida por igual privilégio como a nossa, pela justiça de nosso Deus e [do] Salvador Jesus Cristo:




Agora vejamos também a parte divergente deste texto em grego com transliteração e tradução interlinear:
του
θεου
ημων
και
σωτηρος
Ιησου
Χριστου
TU
THEU
HĒMŌN
KAI
SŌTĒROS
IĒSU
CHRISTU
DO
DEUS
NOSSO
E
SALVADOR
JESUS
CRISTO

Almeida:
 ...do nosso Deus e Salvador Jesus Cristo.(*4)
Torre TJ:
 ...de nosso Deus e [do] Salvador Jesus Cristo.








E assim, podemos ver que também a tradução de Almeida está tanto estrutural como contextualmente correta, pois, após a conjunção aditiva grega KAI (= e), não há o artigo genitivo TOU (de, do). Mas a traduçãozinha “Novo Mundo”, ao contrário, mais uma vez, criminosamente enxerta entre colchetes a palavra “do”, para dar a entender que um é Deus, e o outro é Jesus, fazendo com que haja dois sujeitos na oração, e não um, como nos indica o original, pois, como já foi dito, entre os dois substantivos DEUS + SALVADOR, há a conjunção aditiva “e” (και = KAI ), mostrando que os dois atributos falam da mesma pessoa, como muito bem traduziu João Ferreira de Almeida, e centenas de outras versões.(*5) E as TTJ ainda usam como base para suas traduções divergentes, em apêndices, para efeito de comparação, algumas versões da Bíblia, inclusive feitas por católicos, unitaristas, espíritas, entre outros, nas quais  estes trechos estão traduzidos de forma similar à tradução NM. Também não se deve ficar iludido quando os TTJ, em suas publicações, fazem citações de “autoridades de diferentes confissões”, que aparentemente apóiam o seu ponto de vista, pois muitas vezes as tais citações estão com recortes e, quando isto acontece, é dado somente o nome do autor, mas não o da obra, para que um leigo não tenha como conferir.
Muitos dos chamados eruditos tentam, da mesma forma, justificar este acréscimo com base no verso seguinte (2) que faz diferença entre Deus Pai e o nosso Senhor Jesus. Sendo assim, qual, pois, das duas versões dadas acima está linguisticamente correta?
Vejamos: Se o objetivo do escriba de Pedro fosse colocar dois sujeitos na oração, fatalmente ele deveria acrescentar o artigo genitivo του (dedo) após “Salvador”, como no caso do verso “2”:
Grego
του
θεου
και
Ιησου
του
κυριου
ημων
Transl.
TU
THEU
KAI
IĒSU
TU
KYRIU
HĒMŌN
Literal
DE
 DEUS
E
JESUS
DE
SENHOR
NOSSO
Normal
DE
 DEUS
E
DE  JESUS
O
SENHOR
NOSSO

Há, ainda, neste mesmo livro de II Pedro, mais três ocorrências com a mesma morfologia do capítulo 1, verso 1. Vejamos:

Verso 11; cap. 2:20 e 3:18:
του
κυριου
ημων
και
σωτηρος
Ιησου
Χριστου
TU
KYRIU
HĒMŌN
KAI
SŌTĒROS
IĒSU
CHISTU
DO
SENHOR
NOSSO
E
SALVADOR
JESUS
CRISTO

Almeida:
 ...do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
Torre TJ:
 ...de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.








Como pudemos observar, a versão Novo Mundo traduz estes textos de II Pedro conforme J. F. de Almeida. E eles têm a mesma construção gramatical do cap. 1:1, conforme poderemos compará-los:

1:1
του
θεου
ημων
και
σωτηρος
Ιησου
Χριστου

TU
THEU
HĒMŌN
KAI
SŌTĒROS
IĒSU
CHISTU
1:11
του
κυριου
ημων
και
σωτηρος
Ιησου
Χριστου

TU
KYRIU
HĒMŌN
KAI
SŌTĒROS
IĒSU
CHISTU


E assim, podemos ver que maliciosamente os “tradutores” da Novo Mundo acrescentam a preposição articulada entre colchetes [do] no texto do cap. 1:1, única e exclusivamente porque este fala da plena divindade de Jesus Cristo, não acrescentando noutros textos que falam do Seu pleno senhorio, mas que têm a mesma construção gramatical. Logo, vemos que a conveniência do acréscimo está somente onde um texto diz que Jesus Cristo é Deus! É mais um engano do Salão do Reino das Trevas.
Na versão Novo Mundo com ReferênciasApêndice 6E, há uma lista de pelo menos 8 passagens “similares” a Tito 2:13 (no acréscimo de II Pedro há uma nota que indica este mesmo apêndice), onde dois substantivos são ligados pela conjunção KAIonde o primeiro é articulado e o segundo não. Ora a Torre de Vigia “enrola” somente um dos seus TJ ou um leigo desavisado. Nas passagens dadas está claro a distinção entre os substantivos, não sendo necessário a repetição do artigo. O mesmo acontece em português, como nestes exemplos: “os principais sacerdotes e escribas...” (Mt.2:4; conf.: 16:21; Mc. 15:1); “...o que de mim está escrito nos  Profetas e Salmos.” Lc. 24:44, etc. Ver mais detalhes no Apêndice III – O artigo e a conjunção kai.
Um dos argumentos TJ é que Jesus não pode ser chamado de Deus por ser ele chamado “Filho de Deus”, e algumas vezes os escritores sagrados fazerem diferença entre Ele e Deus, como é o caso de 1Ped.1:2 (daí os revisores TJ sentirem a “liberdade moral” de fazerem acréscimos nos textos bíblicos que falam da divindade do Senhor Jesus). Ora muitas vezes Jesus é chamado de “Senhor” e o Pai, da mesma forma. Este costume de chamar o Senhor Jesus de Deus e fazer diferença entre “Jesus” e “Deus” (o Pai), se tornou costume na Igreja Primitiva, como podemos observar, por exemplo, nas cartas de Inácio de Antioquia, martirizado entre 107 e 110 A. D.,  que O chama de Deus, Filho de Deus:

Existe apenas um médico, carnal e espiritual, gerado e não gerado, Deus feito carne, Filho de Maria e Filho de Deus, vida verdadeira na morte, vida primeiro passível e agora impassível, Jesus Cristo nosso Senhor.”  (Epístola de Inácio ao Efésios 7:2; ver também 18:2 e 19:3) (*6)

Não há nenhuma divergência em Jesus ser chamado de Deus e Filho de Deus, pois isto fala da sua natureza, assim como eu sou homemfilho de homem. Da mesma forma, Jesus Cristo é chamado de “CONSTRUTOR e FUNDAMENTO da Igreja, simbolizando em magníficas superposições metafóricas sempre comuns na teologia bíblica, simultaneamente, como FILHO e SENHOR de Davi (cf. Mt.22:41-46), CORDEIRO de Deus e LEÃO da tribo de Judá (cf. Jo.1:29,36; Apoc. 5:5-6, CABEÇA NOIVO da Igreja (cf. Ef. 1:22; Apoc. 21:9), SACERDOTE VÍTIMA (cf. Hb. 7:27).(*7)
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As TTJ são ensinadas pela literatura da Torre de Vigia a justificar o fato dos seus acréscimos entre colchetes, dizendo que a trad. Novo Mundo não é a única nesta prática, mas que também outras versões assim o fizeram, como por exemplo, a versão de Almeida, Edição Revista e Atualizada no Brasil, pois está escrito na primeira página do seu Novo Testamento, primeira edição:
Todo conteúdo entre colchetes é matéria da tradução de Almeida, que não se encontra no texto grego adotado.
Até nisto podemos ver a malícia das TTJ, pois estás escrito que a matéria entre colchetes não se encontra no texto grego adotado. Não se encontra no texto grego adotado pela comissão revisora, mas encontra-se em outros manuscritos gregos, e por isso foram postos entre colchetes. E isto é testemunhado pela 2ª Edição da Revista e Atualizada:

Finalmente, algumas passagens do Novo Testamento aparecem entre colchetes. Essas passagens não se encontram no texto grego adotado pela comissão revisora, mas haviam sido incluídas por Almeida com base no texto grego disponível na época (Mt 6:13). (Explicação de formas gráficas especiais, títulos, referências e notas, pág. viii).

E assim podemos ver que os colchetes inclusos na versão de Almeida têm o objetivo diferente dos da versão Novo Mundo, pois esta última o faz para que um texto bíblico se "ajuste" às suas doutrinas particulares. Além do mais, há mais de 5 mil manuscritos do N.T. grego, no todo ou em parte, e nem sempre os mais antigos representam os melhores textos, pois quanto mais antigo um manuscrito, mais deteriorado se encontra. Também é sabido que muitos manuscritos, em tempos de perseguição, foram queimados, rasgados, etc., e alguns dos quais, foram salvos do fogo, tendo algumas de suas páginas parcialmente deterioradas ou arrancadas, mas, pela urgência de se preservar as Escrituras, serviram como base para novas cópias, muitas das quais resistiram ao tempo, e se encontram atualmente disponíveis em museus e coleções particulares. Em vista disso, ninguém vos engane sobre o pretexto de que tal e tal passagem não se encontra nos melhores e mais antigos manuscritos, pois isto tudo é relativo.
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Como há vários outros textos bíblicos que falam da plena divindade de Jesus Cristo, e as TTJ não têm como corrompê-los com acréscimos entre colchetes [...], como por exemplo, Isaías 9:6João 20:28, usam de artimanha. Por exemplo: em Isaías 9:6, a Trad. NM verte EL GUIBBOR por "Deus Poderoso", e aí dizem que só Jeová é o "Deus Todo-poderoso" (ver próximo capítulo). E, para "explicar" João 20:28, saem com essa:

Mas, que dizer da exclamação do apóstolo Tomé: "Meu Senhor e meu Deus!", feita a Jesus, em João 20:28? Para Tomé Jesus era como "um deus", especialmente nas circunstâncias miraculosas que provocaram essa sua exclamação. Alguns peritos sugerem que Tomé talvez estivesse simplesmente fazendo uma exclamação emocional de assombro, falando a Jesus, mas dirigindo-se a Deus. (Brochura TJ:  Deve-se Crer na Trindade?, pág. 29).

A imaginação das TTJ, embora fértil, é às vezes muito infantil. Elas são como um náufrago que, para tentar se salvar, agarra-se a qualquer pedaço de pau que flutue. A explicação acima é similar à desculpa de alguns idólatras: “Eu rezo para a imagem, mas o meu pensamento está em Deus.”
É inconcebível de se acreditar que, para Tomé, Jesus era como "um deus", visto ser Dídimo um judeu, o que não era o caso dos pagãos que acharam que Paulo e Barnabé eras deuses pelo fato deles terem realizado milagres. (At. 14:11ss; 28:6) O nosso texto reza que Tomé disse-lhe (a Jesus): “Senhor meu e Deus meu!” reconhecendo que Cristo era o seu Deus e Senhor, o Deus dos patriarcas. Não há como fugir desta realidade.
O Senhor Jesus não pode ser "um deusinho criado" como dão a entender as TTJ, pois a Bíblia afirma que HÁ UM SÓ DEUS, E ALÉM DE DEUS NENHUM DEUS SE FORMOU, DEPOIS D'ELE NENHUM OUTRO HAVERÁ, E FORA D'ELE NÃO HÁ OUTRO SENHOR E SALVADOR. (Isaías 43:10, 11;  45:21 / Luc. 2:11;  Fil. 3:20;  Tito 2:13;  2Ped.1:1)










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(*1) Não me surpreenderia muito se depois da publicação deste, a comissão revisora da versão NM, numa atitude covarde, retirasse somente os colchetes, deixando os acréscimos, como aconteceu muitas vezes nos anos 70.
(*2) Na Trad. Novo Mundo com Referências, no apêndice, são citadas como base para este seu acréscimo apócrifo, a "Bíblia de Jerusalém" e a "Bíblia na Linguagem de Hoje" que acrescentam de modo similar a palavra "Filho", neste texto, embora a primeira, em nota de pé de página, mostre que o tal é um acréscimo, a segunda, também em rodapé, letra ‘‘m", dê duas opções: "sangue de seu Filho" ou "seu próprio sangue". Embora estas duas versões sejam de confissões diferentes à dos russelitas TTJ, e mais recentes, não podem ser usados como ratificação para um erro de tradução. Se houve um acréscimo e rearranjo de palavras que não se encontram no texto original, é fruto de uma corrupção, embora com forma de piedade, e como tal, INJUSTIFICÁVEL. Se o original diz: “sangue de Deus”, é porque o Espírito Santo assim o quis. (1Ped. 1:20,21)
(*3) Ver o “Emphatic Diaglott”, TJ, que concorda com esta mensagem.
(*4) Inácio de Antioquia († entre 107 e 110), em suas cartas, várias vezes referiu-se ao Senhor Jesus com a expressão “nosso Deus”: aos Efésios (na saudação; 18:2 e 19:3); aos Romanos (na saudação – 2x, e 3:3;  6:3 =“meu Deus”). Conf.: Padres Apostólicos, tradução de Ivo Storniolo e Euclides M. Balancin – PAULUS Gráfica, São Paulo-SP.,  1995.
(*5) Mais uma vez é atestada a hipocrisia da Torre de Vigia, pois o “Emphatic Diaglott”, há décadas por ela editado, à direta da coluna paralela ao grego interlinear com o inglês, há a tradução inglesa chamada de “New Version”, e esta traduz os textos ora estudados (Tito 2:13 e 2 Pedro 1:1), conforme a King James Version (Versão do Rei Tiago [Jaime}) e centenas de outras versões, que estão de acordo com as baseadas na de J. F. de Almeida, que chamam a Jesus de Deus e Salvador, nestes textos. É só conferir.
(*6) Padres Apostólicos, pág. 84, tradução de Ivo Storniolo e Euclides M. Balancin – PAULUS Gráfica, São Paulo-SP.,  1995.
(*7) PEDRO NUNCA FOI PAPA! Nem o papa é vigário de Cristo – Dr. Aníbal Pereira dos Reis – ex-padre – Edições Caminho de Damasco, São Paulo, 1975.





Do livro: "Seja a Palavra de Deus Verdadeira e mentirosa a 'Tradução do Novo Mundo' dos testemunhas de jeova" - capítulo II. Março-1996/2006.
Autor: Luís Antônio Lima dos Remédios.






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Por: Luís Antônio Lima dos Remédios - o Cacerege
luis-agape@hotmail.com
cacerege@gmail.com
Manaus - Amazonas - Brasil


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Estudos já postados:

01- O Novo Testamento NÃO Foi Escrito em Hebraico e/ou Aramaico

02- O espiritismo segundo [alguns] “evangélicos”

03- Adultério do Coração

04- Santa Ceia: vinho ou suco de uva?

05- O Dia do Senhor: Sábado ou Domingo?

06- O Que a Bíblia Diz Sobre a Idolatria

07- Deuterocanônicos ou Apócrifos?

08- A divisão das horas do dia nos tempos bíblicos

09- O Inferno

10- Deus e deuses

11- 30 Razões Porque Não Guardo o Sábado

12- O Nome JESUS

13- O Verbo era um deus?

14- A Divindade de Cristo negada entre colchetes

15- Cruz ou estaca de tortura?

16- YHWH – Um Nome que será esquecido para sempre
  
17- Alma, corpo e espírito

18- A Peshitta confirma o Novo Testamento grego – 01- CAMELO ou CORDA?

19- A Peshitta confirma o Novo Testamento grego – 02- LEPROSO ou FAZEDOR DE JARROS?

20- Paraíso Hoje ou Um dia?

21- Adultério Virtual

22- KeNUMÁ e os modalistas nazarenos

23- A Virgem Que Concebeu


Obs.: É permitido a copia para republicações, desde que cite o autor e as respectivas fontes principais e intermediárias.

  
Por: Luís Antônio Lima dos Remédios

Luís - ܠܘܝܣ - לואיס - Λουις



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